sábado, 18 de abril de 2009

2ª Cavalgada de 2009 - Fazenda Monjolo

Resumo da Cavalgada:
Destino: Fazenda Monjolo
Data: 10 de abril de 2009
Distância: 9km + 7,4km (total: 16,4km)
Tempo de Cavalgada: 10:30h às 14:50h, com parada para o lanche
Grau de dificuldade (1 a 5): 2
Estrada de terra, campo nativo, floresta, área urbana, campos elevados.
Atrativos: vista do Canyon da Faxina, floresta da Fazenda Monjolo, lanche servido no sistema de “bufett”.
Cavaleiros: Cesar, Ciro, Luis, Eneida, Hélio, Rosali, Sandra, Vladimir, Mariana, Eduardo, Marçal, Nilson e mais 3 amigos da Mariana.


A 2ª Cavalgada de 2009 do Rancho Ventania foi marcada pelo dia maravilhoso de sol, que só ajudou a deixar a paisagem ainda mais deslumbrante. Contamos com a participação de 15 cavaleiros, que partiram do Rancho Ventania às 10:30 horas, dispostos a cavalgar por 9km, até a primeira parada. Seguimos pela estrada principal, e desviamos por um trecho de campo nativo, margeando o vale de um córrego, culminando na sua travessia por uma lage de pedra, junto a uma pequena cachoeira. Continuamos por uma estrada secundária até chegarmos a uma das entradas da Fazenda Monjolo. Chegamos ao ponto mais elevado da Fazenda, onde predominam os campos nativos com seus afloramentos rochosos, protegidos a sua volta pela floresta nativa exuberante. Deste ponto se avista parte do Canyon da Faxina, uma cena que merece ser admirada pela sua rara beleza e grandiosidade. A cavalgada seguiu floresta adentro, por um caminho encantador, onde estávamos sempre acompanhados pelo canto das inúmeras espécies de pássaros que vivem neste refúgio. Esta mata faz parte de um grande maciço florestal, de importância ecológica vital para a região, pois abriga um grande número de espécies da fauna silvestre. Descendo pelo caminho sinuoso, sempre dentro da floresta, chegamos a uma pequena clareira, na antiga casa do caseiro da Fazenda, onde paramos para o lanche. Apeamos dos cavalos, e nessa hora sempre se ouvem os gemidos dos menos acostumados com a lida em cima do cavalo. Servimos um “bufett” de lanche, um almoço muito light, onde cada um montava seu sanduíche. Foi um momento de muita conversa, reflexões e descanso, dando um fôlego novo aos destemidos cavaleiros, que precisavam enfrentar mais 7,4 km no retorno da cavalgada.
A volta foi mais rápida, como de costume, e alguns cavaleiros ainda chegaram a tempo para apreciar um delicioso almoço no Rancho Ventania.

sábado, 28 de março de 2009

1ª Cavalgada de 2009 - Fazenda Butuquara


Resumo da Cavalgada
Destino: Fazenda Butuquara
Data: 21 de março de 2009
Distância: 19,2km + 9,8km (total: 29km)
Tempo de Cavalgada: 10:30h às 17:40h, com parada para o almoço
Grau de dificuldade (1 a 5): 2
Estrada de terra, reflorestamento, campo nativo, capões de mata, travessia de rios em lageados.
Atrativos: campo nativo a perder de vista, lageados de pedra, Canyon da Ferradura, Museu de Arte Popular da Fazenda Butuquara.


Cavaleiros: Simone, Hélio, João Batista, Sônia, Pedro, nora da Sônia, filho da Sônia, Herbert, Emília, Sérgio, Edison, Lucy, Bruna, Áureo, Dínora, João Gabardo, Paola, Sandra, Marcelo, Hélio Cerqueira, Rosali, Luis, Eneida, Renata, Nilson e Ralf.

O dia amanheceu indeciso, são sabia se chovia ou fazia sol, e a expectativa dos cavaleiros era grande, pois dez deles vieram de Piraquara especialmente para esta cavalgada. Chegaram ao Rancho Ventania cedo, os cavalos vieram de caminhão com o Mané (menos conhecido como Cristiano). Depois de encilhar os cavalos, o pessoal tomou um café da manhã reforçado no Rancho, para enfrentar a empreita que vinha pela frente. A saída cavalgada aconteceu às 10:30 horas, passamos pela Pousada Cainã, onde mais 8 cavaleiros se juntaram ao grupo, então formado por 28 cavaleiros. O Márcio e o Gé, da Pousada Cainã acompanharam a cavalgada até a entrada da Fazenda Butuquara. A cavalgada seguiu pela estrada de terra, entramos em um reflorestamento de Pinus, que apesar de tudo, mostra o seu lado bucólico, caracterizado pelo silêncio e pelo ambiente sombrio e misterioso. Do reflorestamento, saímos para uma vasta paisagem de campos naturais, onde foi difícil resistir a um galopinho descontraído. O tempo começava a se definir melhor, mas longe, no horizonte via-se as pesadas colunas de chuva caindo sobre a região. Por sorte, não cruzamos o caminho de nenhuma delas. Ao longo de todo trecho, fizemos muitas paradas para tirar fotos da paisagem, uma mais linda que a outra, não se sabia para onde olhar primeiro. Esta região dos Campos Gerais é mesmo de uma beleza ímpar, e essa beleza fica ainda mais destacada onde os campos são quebrados pelos canyons, e pelas esculturas de pedra que o tempo e o vento formaram. Com duas horas de cavalgada estávamos passando próximo ao Canyon da Ferradura, e após três horas, alguns cavaleiros já perguntavam se faltava muito pra chegar. Estávamos atrasados em nosso cronograma, a fome começava a bater, e víamos à nossa esquerda, “pertinho” de nós, a sede da Fazenda Butuquara, onde iríamos parar para o almoço. Mas o trajeto da cavalgada se afastava cada vez mais do nosso objetivo, porque tínhamos que dar a volta por uma área de banhados e brejos, muito comuns nos campos. Aos poucos a trilha seguia em direção à sede, atravessamos dois rios, afluentes do Rio das Pombas, e depois de 4 horas, enfim chegamos ao nosso destino. O Mané já nos aguardava na churrasqueira, com aquela linguicinha no pão, coração de peru e filé assados na grelha, saladas, um arroz com lentilha, e pra completar, a cerveja gelada.
Depois deste farto cardápio, os cavaleiros tiraram um tempinho para descansar à sombra das árvores, enquanto outros visitavam o riquíssimo Museu de Arte Popular, montado e mantido pelo proprietário da Fazenda Butuquara, e grande conhecedor da história do nosso Estado, Senhor José Carlos Veiga Lopes. A ele, deixamos um agradecimento à parte, por sempre nos receber tão gentilmente em sua propriedade.
Às 16:20 horas, encilhamos os cavalos e seguimos o caminho de volta ao Rancho Ventania, desta vez cortando caminho por um trecho de 9,8km. À noite os cavaleiros ainda se deliciaram com a tradicional pizza do Rancho Ventania, encerrando o dia com mais uma cavalgada de sucesso promovida pelo Rancho.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

3ª Cavalgada de 2008 - Cristal do Horizonte

Resumo da Cavalgada:
Destino: Pousada Cristal do Horizonte
Data: 22 e 23 de maio de 2008
Percurso: 46 km (ida e volta)
Tempo de cavalgada: 09:50h às 16:10h, com parada para o almoço
Grau de dificuldade (1 a 5): 2
Cavaleiros: Edison, Lucy, Bruna, Áureo, Dagoberto, Luis, Ledir, Jéssica, Vicente e Ralf

A 3ª Cavalgada de 2008 do Rancho Ventania aconteceu nos dias 22 e 23 de maio, tendo como destino, a Pousada Cristal do Horizonte, distante 23 km do Rancho. Participaram deste evento, o Edison, Lucy, Bruna, Áureo, Dagoberto, Luis, Ledir, Jéssica, Vicente e Ralf.
A cavalgada partiu do Rancho Ventania às 09h50min, em direção à Vila de São Luis, onde o grupo encontrou o Luis, a Ledir e a Jéssica.

O dia estava ensolarado, um pouco quente, mas todos estavam animados, e as conversas iam aos poucos, trocando de parceiros e de assuntos. Às 13 horas chegamos à Capela do Tamanduá, a 2ª mais antiga do Paraná, construída em 1730, pelos Jesuítas. Um delicioso almoço nos aguardava, servido pelo Lazinho, com a sua simpatia habitual. O arroz carreteiro, feijão tropeiro, filé grelhado e salada de tomate e repolho foram perfeitos para a ocasião, além da indispensável cervejinha ou refrigerante. Uma conversinha com um e com outro, uma dormidinha na grama, e chegou a hora de retomar a viagem. Partimos novamente às 15:10h, e após uma hora de cavalgada, chegamos à Pousada Cristal do Horizonte. Desencilhamos os cavalos, e os soltamos no piquete, onde eles correram, se rolaram e sabiam que por ora, a missão deles estava cumprida. Agora, era só pastar, beber a água do rio e descansar. Nós recolhemos as tralhas e cada um se instalou em seu chalé ou quarto. Descemos um trecho do Rio Tamanduá a pé, até chegarmos às belíssimas cachoeiras e panelas, para tirar fotos. A água gelada desanimava para o banho, mas o visual com o por do sol foi de tirar o fôlego.
Às 20:00 horas aguardávamos ansiosos e famintos pelo jantar, onde o carneiro assado e o porco recheado feitos pela Madalena foram os destaques. Com este banquete, só restava a cama, para um merecido descanso.
No dia seguinte, após o café da manhã, o Áureo e o Dagoberto retornaram ao Rancho Ventania, numa cavalgada de duas horas. O restante do grupo, então formado pelo Edison, Lucy, Bruna e Vicente, partiram em seus cavalos com o Lazinho, com a missão de recolher 30 cabeças de gado, e conduzi-las até a mangueira na sede da fazenda para serem vacinados. Este foi sem dúvida, o ponto alto da cavalgada, uma atividade que certamente ficará na memória de todos. Já na mangueira, participaram inclusive, da vacinação dos animais.

Todos felizes e contentes, almoçamos na Pousada e retornamos ao Rancho Ventania, em 2 horas e 15 minutos. No Rancho, ainda servimos um café colonial, encerrando a nossa 3ª cavalgada, e já nos programando para a 4ª cavalgada, que acontecerá em junho.
Um agradecimento à parte ao amigo Bira, proprietário da Pousada Cristal do Horizonte, que nos brindou com a sua hospitalidade, e nos proporcionou um maravilhoso feriado.





quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

1ª Cavalgada de 2008 - Águas da Serra

Resumo da Cavalgada:
Destino: Pousada Águas da Serra
Data: 23 de fevereiro de 2008

Distância: 12,1km + 13,3km (total: 25,4km)
Tempo de Cavalgada: 09:55h às 17:10h, com duas paradas.
Grau de dificuldade (1 a 5): 3
Ambientes: estrada de terra, floresta, reflorestamento.
Atrativos: vista do Canyon da Faxina, floresta da Fazenda Monjolo, paisagem da Pousada Águas da Serra.


Cavaleiros: Edison (Diamante), Lucy (Gold), Bruna (Scooby), João Gabardo (Negro), Paola (Baio), Áureo (Lembrança), Dínora (Shiva), Alexandre (Garoto), Maira (Pérola), Antonio (Camacho) e Ralf (Tornado).




Esta foi a primeira cavalgada de 2.008 do Rancho Ventania, e contou com um pequeno problema técnico na sua organização: quando divulguei a cavalgada, não coloquei a data, e só percebi o ocorrido na véspera do evento. Resultado: fiz os contatos por telefone, mas já era tarde, pois a maioria dos convidados já tinha compromissos assumidos. Mesmo assim, tivemos um grupo coeso, que se divertiu bastante.
Saímos do Rancho às 09:55h, (25 minutos de atraso), e fizemos nossa habitual parada na Estância do Cerro, do nosso Amigo Guajuvira. Com a hospitalidade de sempre, ele nos serviu um delicioso chimarrão, e após uma parada de 20 minutos, seguimos caminho com mais uma integrante, a “destemida” Maíra e sua égua Pérola. Na descida do Cerro, tive uma longa conversa com a Paola e o Gabardo, sobre enduro. Parece que o Rancho Ventania vai ganhar mais dois integrantes para as provas de enduro deste ano, portanto “abram cancha” pra essa nova promessa.
Na chácara do Maurício fomos obrigados a passar por um trecho mais íngreme, onde foi realizado o corte de Pinus. Justamente aí começou uma forte chuva (dizem as más línguas, que a Maíra atrai chuva para as nossas cavalgadas...). Tivemos um pequeno estresse, pois a Shiva, montada por outra destemida cavaleira, a Dínora, não quis descer a ribanceira, em meio a galhada de pinus e lama, mas o “seu” Antônio, com Camacho, resolveu a situação. Nesta hora já estávamos todos ensopados pela chuva, exceto os prevenidos, que levaram capa de chuva (eu e o “seu” Antonio, não levamos capa).
Chegando na Pousada Águas da Serra, fomos recebidos pela Cida, atacamos a caipirinha e nos deliciamos com a comida quentinha. O Edison fez o “seu” Antonio tomar uma cerveja inteira sozinho (de garrafa!!).
Depois do almoço, adivinhem o que aconteceu com o nosso Paulista macho, Sr Áureo!! Deitou no deck do restaurante e puxou aquele ronco!
Às 15:25h partimos em direção ao Rancho, a chuva continuava, mas bem mais fraca, até que parou. A volta, como de costume, foi mais galopante... Tive a oportunidade de ver a Dínora galopando com a Shiva, feliz da vida, sorriso nas orelhas, uma verdadeira amazona. Infelizmente não tive a oportunidade de vê-la galopando com o Camacho.
Subimos pela Toca da Onça, e “devolvemos” a Maíra (neste exato momento, parou de chover). No meio do caminho, “catei” um alforje perdido, e o Alexandre nem se deu conta da perda. Meia hora depois, eu, a galope, perdi o mesmo alforje, e como eu estava por último, tive muito trabalho pra convencer meu Tornado a voltar, só pra pegar o alforje, que ficou uns 200 metros pra trás.
Ao longo da cavalgada, alguns nomes foram lembrados, como a Cida, o Odelmar e a Áurea, que sempre dão um toque especial ao passeio. Aliás, lembrei bastante da Cida, ao ver a Dínora se encontrado com galhos de árvore à sua frente em várias ocasiões.